7.2.12

E depois fomos para a guerra. Degladiando num arenal de despojos. Eu e tu. De elmos reluzindo ao sol. Pés fincados na areia, rostos ásperos como esfinges. Erguendo as lanças numa batalha contra o tempo. Eu e tu. Frente a frente. Com as sombras a avançarem, ora uma, ora outra, no contar dos dias.

1 comentário:

nada disse...

nos nossos despojos está a semente do que depois de nós brotará!!