E depois fomos para a guerra. Degladiando num arenal de despojos. Eu e tu. De elmos reluzindo ao sol. Pés fincados na areia, rostos ásperos como esfinges. Erguendo as lanças numa batalha contra o tempo. Eu e tu. Frente a frente. Com as sombras a avançarem, ora uma, ora outra, no contar dos dias.
1 comentário:
nos nossos despojos está a semente do que depois de nós brotará!!
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