Deixei tombar a cabeça sobre os nós dos dedos enquanto te ouvia.
As tuas expressões ganhavam novo fulgor a cada frase entoada.
Um mundo de espanto entrava pelo quarto, a cada braçada como que sacudindo de brilho o soalho, os móveis, com o sabor fresco de madeira humedecida.
E o sal...
É como se o sentisse cobrindo todos os poros...
E com o sal tudo acaba bem, não é?
Sem comentários:
Enviar um comentário